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Terça, 25 Janeiro 2022
Sporting despede-se de Alvalade com assobios PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 09 Maio 2011 00:14

110508_sporting_setubalO Sporting perdeu na despedida de Alvalade da época 2010-11

 

Vitória de Setúbal vence e garante manutenção na Liga. “Leões” perdem terreno na luta pelo terceiro lugar.

Não seria frente ao Vitória de Setúbal, nem será em Braga que o Sporting se irá redimir de uma época frustrante, ou apresentar virtudes que nunca teve. Os “leões” têm sido inconstantes, nervosos ou, simplesmente, apáticos. Neste domingo, em Alvalade, o Sporting foi tudo isto, perdendo com o Vitória por 1-0 e perdendo terreno para o Sp. Braga (que empatou em Coimbra com a Académica) na luta pelo terceiro lugar. O grande beneficiado foi mesmo o conjunto sadino, que garantiu a manutenção na Liga.


No último jogo da época em Alvalade, perante mais de 30 mil espectadores, o Sporting tinha a certeza de que tudo só se iria definir na visita ao Minho, mas qualquer vantagem em relação ao Braga era bem-vinda. Estavam quase todos disponíveis para enfrentar o intranquilo Vitória, menos André Santos e os laterais João Pereira e Abel, o que obrigou José Couceiro a meter Carriço no meio-campo e a promover à titularidade o jovem Cedric Soares.

No banco do Vitória, o técnico Bruno Ribeiro soube aproveitar bem as fraquezas “leoninas”, não abdicando de um trio no ataque e encostando o seu melhor homem, Pitbull, junto do “verde” Cedric. Os “leões” até pareciam razoavelmente tranquilos no jogo, com Matías e Izmailov a tratarem bem a bola e Yannick a criar problemas com a sua velocidade, mas as dificuldades eram as mesmas de sempre. Como chegar perto da baliza contrária e, estando lá, como marcar golos?

Verdadeira oportunidade de golo apenas aos 41’, num cabeceamento de Hélder Postiga após canto de Matías, mas que Hugo Leal salvou em cima da linha de golo. Quatro minutos depois, o Vitória equilibrou a conta das oportunidades, com Zeca, em cima da marca de penálti, a atirar ao lado após excelente cruzamento de Miguelito. Era um sinal do que estava para vir e uma mostra do jogo inteligente do Vitória, dar o controlo ao Sporting, defender bem e não entrar em pânico (muita experiência naquele meio-campo, com Zé Pedro, Hugo Leal e Neca).

Minuto 54, o golo. Uma excelente jogada de Pitbull pela esquerda, cruzamento para a área e Jaílson, sem marcação, fez de cabeça o único golo do jogo. José Couceiro, a fazer o seu último jogo da época como treinador em Alvalade, reagiu quase de imediato, tirando um defesa (Torsiglieri) e lançando um homem de ataque (Valdés), mas foi o outro chileno do Sporting (Matías) a fazer brilhar Diego na baliza do Vitória, com um potente remate após passe de Yannick.

Os minutos iam passando, o Sporting ia tendo cada vez mais homens no ataque (Saleiro, Vukcevic), mas a baliza do Vitória, mesmo com Rui Patrício a avançar para uma área que não é o seu habitat natural, manteve-se inviolada. A festa acabou por ser da minoria sadina, que festejou a continuidade entre os grandes. Para o Sporting, mais um sinal de fragilidade em casa (apenas ganhou seis jogos em 15 possíveis), de onde saiu sob um coro de assobios.

 

In ionline.pt


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