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Sábado, 16 Outubro 2021
Sporting com sonolência, Domingos sem paciência PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Domingo, 21 Agosto 2011 23:04

110821_beira_mar_sportingHouve árbitro, mas faltaram os golos. E o treinador começou a mexer logo na primeira parte. Sem resultados

 

Beira-Mar e Sporting chegaram a domingo sem saber quem ia apitar o jogo de Aveiro. A recusa de João Ferreira e a solidariedade dos colegas deixaram a Comissão de Arbitragem de mãos atadas, sem árbitro para nomear. As duas equipas, por outro lado, não se conformaram e arranjaram as suas próprias soluções. Cada uma apresentou uma equipa de arbitragem - o trio proposto pelo Sporting seguiu mesmo de Lisboa na comitiva leonina. E da ausência de árbitros passámos à fartura.

A decisão ficou nas mãos dos delegados da Liga. Foi fácil escolher. Sérgio Cruz, nome indicado pelos leões, já foi árbitro mas esteve fora do país e de momento não tem licença para apitar em Portugal. Assim, a opção recaiu em Fernando Martins, sugestão do Beira-Mar, juiz de escalão B da 1.ª categoria distrital da Associação de Futebol de Aveiro.


O episódio atrasou o início do jogo - nada de surpreendente. Dez minutos depois da hora marcada lá apareceu no relvado o trio de arbitragem. Vestido de azul claro, cor da camisola de Rui Rêgo (guarda-redes do Beira-Mar), que ainda foi obrigado a trocar de equipamento. Quando a bola começou a rolar já o atraso ia em 15 minutos.

Depois do jogo com o Nordsjaelland, Domingos garantiu que era um homem de paciência. "Não sou de estar a tirar este ou aquele jogador, a cada de jogo que passa, em função do rendimento que tenha tido." Mas no onze para Aveiro apareceram três nomes novos: Matías Fernández (no lugar de André Santos), Van Wolfswinkel (Postiga) e Capel (Jeffrén, lesionado). Mais determinação, queria o treinador. Mais apatia, encontrou Domingos.

O primeiro remate do Sporting no jogo surgiu apenas aos 29 minutos, por Yannick. E saiu ao lado. Logo a seguir o avançado também foi para fora, mas do jogo, com a companhia de Matías. Domingos perdera a Paciência. Entraram Postiga e Izmailov, sem que a atitude da equipa de Alvalade mudasse muito. Sobrava apenas uma substituição, que teve de ser gasta logo ao intervalo. Rodríguez não resistiu a uma lesão muscular e Carriço teve de rendê-lo.

Desta vez sem braçadeira, o capitão apareceu na área do Beira-Mar, aos 47', para mostrar como se fazia - cabeceou para as mãos de Rui Rêgo. Ficou o aviso. Postiga fez o mesmo já a meio da segunda parte, com mais perigo, mas teve resposta idêntica do guarda-redes.

Os traumas da época passada continuavam a pairar sobre o Sporting. Dominava sem conseguir marcar, atacava sem ser capaz de resolver. Diego Capel fazia o que podia pelo lado esquerdo - foi o melhor jogador leonino em campo - e aos 76 minutos podia mesmo ter marcado. Só que o calcanhar de Pedro Moreira estava lá, em cima da linha, para impedi-lo. Os leões não voltariam a ter outra oportunidade como esta. E o Beira-Mar, que estreou o ex-benfiquista Balboa a dez minutos do fim, também não assustou.

Sem as habituais 72 horas de decanso entre jogos, o problema do Sporting acabou por nem ser físico - excepto a lesão de Rodríguez. A diferença continua a estar na cabeça.

 

In ionline.pt


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