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Quarta, 20 Outubro 2021
O Estoril-Sporting na memória de Mário Jorge e na actualidade de João PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sábado, 16 Outubro 2010 14:33

101016estoril Director do Estoril foi formado no Sporting dos anos 80. Lembra Manuel Fernandes, Manoel e Jordão e lamenta insucesso da equipa na Europa.

É com saudade e orgulho que Mário Jorge recorda a formação e afirmação no Sporting da década de 80, mas a distância temporal leva-o a retemperar essa paixão para o jogo de hoje entre o Estoril e o clube de Alvalade (17h00, Sport TV1/HD), relativo à 3ª eliminatória da Taça de Portugal. O passado não é, porém, a única razão para esse afastamento e os 16 anos de serviço pelo clube da Linha já pesam na questão dos afectos. "Sinto-me honrado por ter representado um dos melhores clubes do Mundo. Agora, os meus interesses estão virados para o Estoril, onde sou director desportivo. Este ano cumpro pelo Estoril o mesmo número de anos que servi o Sporting", conta.

Ao longo do seu percurso no futebol são vários os momentos marcantes em que Sporting e Estoril se cruzam. Foi assim, por exemplo, na sua estreia pela equipa principal dos sportinguistas,na temporada de 1979/80, ainda Mário Jorge era júnior. "O técnico Rodrigues Dias mandou-me entrar para o lugar do Elinho a 15 minutos do fim. Disse-me: ‘Miúdo, entra e faz o que tens a fazer'. Ganhámos 2-0 em Alvalade e só me lembro de não ter dormido nessa noite", recorda o antigo extremo esquerdo.

 

Mário Jorge acabou por sagrar-se campeão nessa temporada, título que voltaria a celebrar dois anos depois, na Amoreira, o campo do Estoril. "Ainda hoje os responsáveis do clube me dizem que esse jogo registou a maior enchente de sempre. Foi um ano notável para o Sporting, em que fizemos a dobradinha com um grande treinador, o inglês Malcolm Allison", conta o dirigente estorilista, lamentando apenas que esse Sporting não tivesse o mesmo sucesso fora de Portugal. "Toda a gente se lembra daquele tridente fantástico formado por Jordão, Manuel Fernandes e Manoel. Foi uma grande desilusão para a minha geração não ter conquistado qualquer prova europeia. Tínhamos jogadores com enorme qualidade e personalidade que se identificavam perfeitamente com o clube", lembra.

 

In http://economico.sapo.pt

 



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